Corintiano Sanguinário e o maior Exemplo de Mulher. Por que as mulheres não são assim?

Amigos, vejam como é a vida! Ontem a tarde eu presencie uma das cenas mais chocantes de minha vida. Percebi o grande potencial que existe nas mulheres. Pude ver, numa situação de perigo, a verdadeira, a formidável, o grande exemplo que pode ser uma mulher quando ela deixa de ser fresquinha. Queria uma dessas na... show more Amigos, vejam como é a vida!

Ontem a tarde eu presencie uma das cenas mais chocantes de minha vida. Percebi o grande potencial que existe nas mulheres. Pude ver, numa situação de perigo, a verdadeira, a formidável, o grande exemplo que pode ser uma mulher quando ela deixa de ser fresquinha. Queria uma dessas na minha vida!

Tudo começou depois que um japonês corintiano teve um surto psicológico num açougue onde ele trabalhava. O rapaz, após uma séria crise de depressão, apanhou uma machadinha e quebrou tudo que havia no açougue, causando pavor nas pessoas que ali se encontravam. Depois disto, ele fugiu na caminhonete do patrão carregando toda a reserva de carnes que havia no estoque.

O pior ainda estava por vir. A notícia de que o corintiano maluco estava cometendo absurdos invadiu a cidade. Ele entrava nas repartições públicas, subia numa mesa completamente nu e espalhava filetes de carnes em todo o ambiente. Quando ficava todo avermelhado de sangue (chão, paredes, móveis) ele agarrava alguma funcionária e a violentava na frente de todos os colegas. Dizem que o motivo para tal torpeza se deve ao fato de uma desilusão amorosa sofrida por este japonês ao ser descartado por uma servidora da Previdência Social. De qualquer forma, em poucos minutos o povo só comentava sobre ele. Toda a polícia estava a sua procura.

No entanto, quando menos esperávamos, um forte barulho de arrombamento explodiu na entrada de nossa sala. Era o corintiano. Ele adentrou arrastando pedaços de carnes e segurando uma machadinha. A imagem era abominável, ver aquele homem gordo, nu, sujo de sangue, com uma grande tatuagem do Corinthians no braço, foi terrível.

Logo ele nos mandou sentar e disse que odiava servidor público, principalmente as servidoras. Ele subiu na mesa, espargiu sangue pelo mobiliário e disse que queria uma das meninas para brincar. Eu até futuquei a dona Elizete, uma senhora de mais de cinquenta anos, dizendo bem baixinho a ela que essa era a chance para ela perder a virgindade (a velha me beliscou). Não pudemos ligar para a polícia, pois o corintiano nos ameaçou. Os guardas do prédio fugiram.

O maluco então, desceu da mesa e segurou a mais bonitinha de minhas colegas. Era uma moça pacata, quietinha, educada, casta, enfim, um primor de mulher. Toda fresquinha e recatada, nunca disse um palavrão na vida, nunca envergonhou a família. Bateu-me até um receio, pois presenciar aquela cabritinha tão fraquinha e linda sendo deflorada seria um trauma na minha vida. Mas o japonês a puxou com força e mandou ela ficar ajoelhada. Ele segurou em seus cabelos e disse: “chupa! chupa! Chupa!

Porém, a moça em lágrimas, numa atitude de coragem, desferiu uma mordida animal nas partes íntimas do corintiano. Sangue espirrou pelo ambiente. O coitado largou a machadinho e gritou feito um porco. A mordida foi tão forte que todo o seu órgão genital se espalhou estilhaçado pelo piso. A sala era só sangue e gritos. A polícia chegou minutos depois e levou o coitado ao hospital. A menina, aos suspiros e com os dentes ensanguentados correu para sua casa. Enfim, foi o acontecimento mais marcante que já vi.

Agora eu reflito, poucas são as mulheres capazes de uma atitude dessas para poderem preservar a sua honra. Essa menina é um exemplo de mulher. Permaneceu intocada, honrada, virgem.
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